Queridos irmãos, a Bíblia nos ensina que “fiel é a palavra e digna de toda a aceitação” (Tim 4:9). Pois é a Palavra de Deus que nos move ao questionarmos o conteúdo do kit que está sendo preparado pelo MEC para ser distribuido às escolas do Brasil. No entendimento da bancada evangélica no Congresso e na Assembleia, esse material, faz apologia ao homossexualismo.
Para debater esse tema nós propusemos uma Audiência Pública, marcada para essa terça-feira, dia 19 de abril, a partir das 9h da manhã, no Plenarinho da Assembleia Legislativa. A sua participação é muito importante para demonstrarmos força e unidade do povo de Deus.
O Senhos nos manda “educar a criança no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele” (Prov 22:6). E em 2 Timóteo encontramos o complemento: “Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda boa obra”.
Contamos com sua presença.
Que Deus te abençoe!
sexta-feira, 15 de abril de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
Kit "educativo" sobre homessexualidade é contastado por deputada
Do Blog do Carlos Moraes
A deputada estadual Mara Lima (PSDB-PR), não quer a distribuição de KITs em escolas públicas do Paraná. O material publicitário foi preparados pela ECOS, uma ONG especializada em Comunicação da Sexualidade. Os Kits serão distribuidos pelo Ministério da Educação aos alunos da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio. Segundo a Deputada, essa campanha fere a ética e a moral da sociedade. Mara Lima esteve com o Secretário de Educação, Flávio Arns e disse : “Não aceito essa permissividade do Ministério da Educação e estou denunciando desde já. Estarei me pronunciando sempre contrária à distribuição”.
O Kit é composto por 1 cartaz,1 caderno intitulado “Escola sem Homofobia, 5 áudios visuais, 6 boletins e 1 carta para os educadores com a abordagem do universo de adolescentes homossexuais.
A deputada estadual Mara Lima (PSDB-PR), não quer a distribuição de KITs em escolas públicas do Paraná. O material publicitário foi preparados pela ECOS, uma ONG especializada em Comunicação da Sexualidade. Os Kits serão distribuidos pelo Ministério da Educação aos alunos da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio. Segundo a Deputada, essa campanha fere a ética e a moral da sociedade. Mara Lima esteve com o Secretário de Educação, Flávio Arns e disse : “Não aceito essa permissividade do Ministério da Educação e estou denunciando desde já. Estarei me pronunciando sempre contrária à distribuição”.
O Kit é composto por 1 cartaz,1 caderno intitulado “Escola sem Homofobia, 5 áudios visuais, 6 boletins e 1 carta para os educadores com a abordagem do universo de adolescentes homossexuais.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Nota de Falecimento
É com muito pesar que noticiamos o falecimento de Geolicia de Souza e Silva, de 86 anos, mãe da vereadora de Curitiba Noemia Rocha Será realizado um culto fúnebre hoje (23) na igreja Assembléia de Deus,na rua Candido de Abreu, 367. O sepultamento será no cemitério Vertical às 17 horas.
sábado, 12 de março de 2011
Congresso Estadual do Fenasp-PR
O Fenasp , Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política,na pessoa do seu presidente Pr. Wilton Acosta e Pr. Thiago Ferro ( presidente do Fenasp/PR ), convidam Vs. Excelência para participar do I Congresso Estadual de Curitiba.
Com o objetivo de definir as ações e diretrizes para a implantação do fórum
no estado, bem como, abordar os principais temas de valorização da vida e
da família.
Aguarda-se a presença e a participação de lideranças políticas,
eclesiásticas e militantes de diversos segmentos.
Data: 25 de Março de 2011, às 19:00
26 de março, a partir das 8:30.
Local: Auditório da Faculdade FACEL, Av. Vicente Machado, 156 - Centro - Curitiba / PR
PROGRAMAÇÃO:
- O Papel do Cristão na sociedade
- Bandeiras de Luta do FENASP
- A luta em defesa da vida
- Laicidade do Estado
- Construindo Pontes e Renovando Mentes
Confira nossa programação completa em anexo.
Faça sua inscrição em anexo e nos envie.
Lembrando que as inscrições são limitadas.
Você não pode perder!!
http://fenasppr.blogspot.com
Para maiores informações,
pr.fenasp@gmail.com
Adriano Bedin - 41 7812-6430
Oswaldo - 41 8401-4095
Pr.Thiago- 41 7811-7669
Com o objetivo de definir as ações e diretrizes para a implantação do fórum
no estado, bem como, abordar os principais temas de valorização da vida e
da família.
Aguarda-se a presença e a participação de lideranças políticas,
eclesiásticas e militantes de diversos segmentos.
Data: 25 de Março de 2011, às 19:00
26 de março, a partir das 8:30.
Local: Auditório da Faculdade FACEL, Av. Vicente Machado, 156 - Centro - Curitiba / PR
PROGRAMAÇÃO:
- O Papel do Cristão na sociedade
- Bandeiras de Luta do FENASP
- A luta em defesa da vida
- Laicidade do Estado
- Construindo Pontes e Renovando Mentes
Confira nossa programação completa em anexo.
Faça sua inscrição em anexo e nos envie.
Lembrando que as inscrições são limitadas.
Você não pode perder!!
http://fenasppr.blogspot.com
Para maiores informações,
pr.fenasp@gmail.com
Adriano Bedin - 41 7812-6430
Oswaldo - 41 8401-4095
Pr.Thiago- 41 7811-7669
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Jornal pode ser processado por caluniar ONG Atini – Voz pela Vida
A reportagem sobre o sacrifício de crianças indígenas, exibida no dia 07 de novembro, no programa Domingo Espetacular, mostrou para todo o Brasil, o que já é consenso entre os povos indígenas: Órgãos estatais de proteção ao índio, sucateados. É conversa à roda de fogueira entre os indígenas que a Fundação Nacional do Índio (Funai) há muito não atende as necessidades básicas nas aldeias. Prova escancarada é o Decreto 7056, que foi posto goela abaixo deste povo. O documentário dirigido pela jornalista Sandra Terena, uma das poucas jornalistas indígenas do Brasil, revela que os índios não querem mais matar seus filhos. “Meus parentes querem cuidar das crianças. Percebi isso em diversos povos que ainda tem essa prática, no entanto, sem políticas públicas, não há possibilidade. Uma cadeira de rodas não vai se locomover bem em determinadas aldeias, como no Alto Xingu”, argumenta Sandra.
A nova abordagem produzida pelo principal programa jornalístico da rede Record, trouxe imagens do filme Hakani, filme que foi pioneiro na luta contra o infanticídio e do filme Quebrando o Silêncio, que traz uma nova roupagem ao tema: o protagonismo indígena. No entanto, existem algumas pessoas mal intencionadas que usam o mesmo discurso de cinco anos atrás e usam de calunia contra a organização Atini – Voz pela Vida, referência mundial no trabalho com crianças que tiveram a oportunidade de viver. As ofensas são como uma metralhadora sem alvo. Sobrou até para personalidades religiosas como Edir Macedo e para o Papa Bento XVI, que não tem nada haver com a história, pelo menos diretamente.
O jornal Diário do Amazonas, chama a Atini de ong “Pilantrópica” e o deputado Henrique Afonso de Xerife. Calúnia. Que no termo jurídico significa: imputar falsamente fato definido como crime. Pena: Detenção de seis meses a dois anos, e multa. Os jornalistas, antropólogos e afins que fizeram isso, nunca foram a Chácara das Nações. Falam de um trabalho, sem jamais ter pisado no local em que as crianças vivem. Sem ver o sorriso do pequeno Amalé, da Sheila e de outras lindas crianças.
Existe uma carta na internet, que supostamente foi assinada por mulheres indígenas que repudiaram a matéria da Record. A carta não tem assinatura de nenhuma mulher, apenas “mulheres indígenas” e foi redigida em um encontro da Funai, que não quis se pronunciar na reportagem. O encontro contou com a presença de Márcio Meira, presidente do órgão, que recusou três protocolos de receber a indígena Sandra Terena para conversar sobre o assunto.
A nova abordagem produzida pelo principal programa jornalístico da rede Record, trouxe imagens do filme Hakani, filme que foi pioneiro na luta contra o infanticídio e do filme Quebrando o Silêncio, que traz uma nova roupagem ao tema: o protagonismo indígena. No entanto, existem algumas pessoas mal intencionadas que usam o mesmo discurso de cinco anos atrás e usam de calunia contra a organização Atini – Voz pela Vida, referência mundial no trabalho com crianças que tiveram a oportunidade de viver. As ofensas são como uma metralhadora sem alvo. Sobrou até para personalidades religiosas como Edir Macedo e para o Papa Bento XVI, que não tem nada haver com a história, pelo menos diretamente.
O jornal Diário do Amazonas, chama a Atini de ong “Pilantrópica” e o deputado Henrique Afonso de Xerife. Calúnia. Que no termo jurídico significa: imputar falsamente fato definido como crime. Pena: Detenção de seis meses a dois anos, e multa. Os jornalistas, antropólogos e afins que fizeram isso, nunca foram a Chácara das Nações. Falam de um trabalho, sem jamais ter pisado no local em que as crianças vivem. Sem ver o sorriso do pequeno Amalé, da Sheila e de outras lindas crianças.
Existe uma carta na internet, que supostamente foi assinada por mulheres indígenas que repudiaram a matéria da Record. A carta não tem assinatura de nenhuma mulher, apenas “mulheres indígenas” e foi redigida em um encontro da Funai, que não quis se pronunciar na reportagem. O encontro contou com a presença de Márcio Meira, presidente do órgão, que recusou três protocolos de receber a indígena Sandra Terena para conversar sobre o assunto.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Jornalista do Fenasp Paraná é finalista do Prêmio Voluntariado Empreendedor 2010
O jornalista Oswaldo Eustáquio é um dos finalistas do prêmio Voluntariado Empreendedor 2010 na categoria “Direitos Humanos”. A indicação é pelo trabalho desenvolvido na aldeia Kakané Porã, em Curitiba, primeira aldeia indígena urbana do sul do Brasil. Eustáquio foi um dos militantes na luta por uma aldeia indígena em Curitiba. A trajetória dos indígenas de Curitiba foi tema de seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), que resultou no documentário “A conquista de Kakané Porã”.
Além de concorrer na categoria Direitos Humanos, Eustáquio também disputa a categoria “Voto Popular” pelo site
http://www.voluntariadotransformador.org.br/finalistas-7.asp
Sobre o prêmio
Muito mais que um evento, entrega de troféus ou uma grande festa, o Prêmio Voluntariado Transformador é um projeto do Centro de Ação Voluntária de Curitiba – CAV, cujo objetivo é fortalecer o voluntariado através do reconhecimento e valorização de cidadãos e cidadãs que, por meio do trabalho voluntário, participam ativamente do desenvolvimento social de suas comunidades, transformando realidades e contribuindo para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
Este evento especial representa para o CAV uma possibilidade de cumprir sua missão que é “promover o voluntariado transformador por meio da educação para cidadania, contribuindo para o bem comum e a construção de um mundo melhor”, através da valorização de exemplos que tenham alcançado resultados promissores na transformação social.
Postado
Além de concorrer na categoria Direitos Humanos, Eustáquio também disputa a categoria “Voto Popular” pelo site
http://www.voluntariadotransformador.org.br/finalistas-7.asp
Sobre o prêmio
Muito mais que um evento, entrega de troféus ou uma grande festa, o Prêmio Voluntariado Transformador é um projeto do Centro de Ação Voluntária de Curitiba – CAV, cujo objetivo é fortalecer o voluntariado através do reconhecimento e valorização de cidadãos e cidadãs que, por meio do trabalho voluntário, participam ativamente do desenvolvimento social de suas comunidades, transformando realidades e contribuindo para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
Este evento especial representa para o CAV uma possibilidade de cumprir sua missão que é “promover o voluntariado transformador por meio da educação para cidadania, contribuindo para o bem comum e a construção de um mundo melhor”, através da valorização de exemplos que tenham alcançado resultados promissores na transformação social.
Postado
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Reportagem completa sobre infanticídio exibida na Record
Segue a reportagem exibida no Domingo Espetacular da Record, que conseguiu abordar com sensibilidade e responsabilidade este tema. A Funai não se pronunciou.
domingo, 7 de novembro de 2010
Documentário sobre infanticídio é pautado no Domingo Espetacular da Record!
O Programa Domingo Espetacular da Record vai apresetar hoje, 07 de novembro, uma reportágem sobre o infanticídio em áreas indígenas no Brasil com foco no documentário da jornalista indígena Sandra Terena. Vale a pena assistir. Quem quiser assistir o filme na íntegra pode fazer no site www.quebrandoosilencio.blog.br ou aqui!
QUEBRANDO O SILÊNCIO from André on Vimeo.
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Entrevista com a senadora eleita Gleisi Hoffmann
O jornalista do Fenasp Paraná, Oswaldo Eustáquio, entrevistou a senadora eleita Gleisi Hoffmann. Junto com o bispo Cirino Ferro, pastor Werner Brow, pastor Cícero Bezerra, pastor Thiago Ferro foi realizada uma grande sabatina sobre questões polêmicas como o aborto, infanticídio, casamento entre pessoas do mesmo sexo e adoção de crianças por pessoas do mesmo sexo.
Perguntas como: Gleisi, a Dilma disse "Nem Cristo querendo e tira a presidência" foram esclarecidas nesta entrevista. Vale a pena ouvir.
Perguntas como: Gleisi, a Dilma disse "Nem Cristo querendo e tira a presidência" foram esclarecidas nesta entrevista. Vale a pena ouvir.
domingo, 10 de outubro de 2010
Igreja mostra sua força nas eleições 2010
Da Gazeta do Povo
Pela 1.ª vez em uma eleição presidencial, religiões mostram influência capaz de pautar a principal discussão do início do segundo turno
Corria a primeira semana de julho de 2008 quando o então candidato a presidente dos EUA Barack Obama declarou que o “sofrimento mental” da mulher não pode ser usado como justificativa para a interrupção da gravidez em estágio avançado. Era a fase decisiva da campanha contra o republicano John McCain e ele tentava abrir as portas do eleitorado cristão e conservador. Meses antes, nas prévias do Partido Democrata, contra Hillary Clinton, havia dito o contrário para atrair organizações pró-aborto que estavam do lado da senadora.
A ambiguidade não atrapalhou a sequência da “Obamamania”. Mas é uma mostra sobre a relevância do tema na disputa presidencial dos Estados Unidos, onde o aborto é legalizado até os três meses de gestação desde 1973 e ainda fomenta discussões acaloradas.
O mesmo fenômeno parece ter chegado de vez ao Brasil, mostrando que o segmento religioso está organizado e forte politicamente, a ponto de pautar a principal discussão deste início de segundo turno.
O resultado das eleições do último domingo provocou uma corrida rumo aos eleitores religiosos. O motivo é a suposta sangria de votos que impediu a eleição de Dilma Rousseff (PT) já no primeiro turno. A queda estaria ligada à intensa campanha negativa promovida na internet por lideranças católicas e evangélicas contra os petistas.
Aborto em números
Confira alguns dados sobre a interrupção da gravidez no Brasil e no mundo:
21 países aprovaram leis mais liberais que o Brasil sobre o aborto, segundo estudo da Organização das Nações Unidas (ONU), no período entre 1996 e 2009. Dos 192 países que integram a ONU, 47 afrouxaram as regras para a interrupção da gravidez no período, enquanto 11 as endureceram. O restante, incluindo o Brasil, não mexeu na lei sobre o assunto (no país, o aborto só é permitido em dois casos: risco de morte da mãe e estupro).
32 projetos de lei que tratam sobre o aborto estão atualmente em tramitação na Câmara dos Deputados. A maioria pretende endurecer a legislação já existente.
1 milhão de abortos espontâneos e inseguros ocorrem por ano no Brasil, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). A entidade aponta uma taxa de 3,7 casos para cada 100 mulheres brasileiras de 15 a 49 anos.
R$ 33,7 milhões foram gastos em 2006 devido a 230,5 mil internações motivadas por abortos espontâneos e provocados, segundo o Ministério da Saúde. Os 2.068 abortos legais realizados no mesmo período custaram R$ 302,8 mil.
2,5% é a porcentagem de abortos realizados em caso de comportamentos sexuais ocasionais, segundo pesquisa publicada em 2008 pela Universidade de Brasília e pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro.
Fé e Estado
Punido por ser contra o aborto, ex-petista apoia José Serra
Três fatos marcam a carreira política do deputado federal Luiz Bassuma, paranaense eleito pela Bahia nas duas últimas legislaturas. O primeiro é a militância contra a legalização do aborto. Isso o levou a um polêmico julgamento interno no PT, em 2009. O mais inusitado, porém, foi ter supostamente incorporado um espírito enquanto presidia uma sessão solene na Câmara, em 2004.
Leia a matéria completa
Saiba mais
PT nega que punição seja norma; 22 petistas fizeram parte da Frente em Defesa da Vida na atual legislatura“Não me parece antidemocrático existir lobby religioso”Os ataques à ex-ministra devem-se principalmente ao posicionamento dela sobre o aborto. Em entrevistas à Folha de S. Paulo (em 2007) e à revista Marie Claire (2009), ela se declarou favorável à descriminalização da interrupção da gravidez. Mas, na reta final da campanha do primeiro turno, assim como Obama, mudou de lado.
Já o candidato José Serra (PSDB), que tem assumido posição contrário ao aborto nesta campanha eleitoral, inclusive como arma para atacar Dilma, também foi alvo de críticas duras de religiosos no passado devido ao tema. Quando Serra foi ministro da Saúde, no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ele regulamentou a regra que facilitou a realização de abortos em hospitais públicos nos casos já previstos em lei (estupro e risco de morte da gestante). Na atual campanha, esse fato vem sendo disseminado por meio de e-mails como exemplo de que Serra seria “parecido” com Dilma quando o assunto é interrupção da gravidez.
Fato incomum
O historiador Marco Antonio Villa, da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), explica que é muito incomum que fatores ético-religiosos ocupem importância central nas campanhas para presidente do Brasil. “Na proporção que estamos vendo agora, isso só aconteceu em 1989, contra o Lula. Ficou de fora até do período mais populista das nossas eleições, entre 1945 e 1964”, lembra.
Mas, na primeira eleição presidencial após a ditadura, em 89, não houve debate da legalização do aborto, mas sim a exploração do tema para fazer ataques pessoais a Lula. Na época, Fernando Collor usou um depoimento de Miriam Cordeiro, com quem Lula teve uma filha sem se casar, dizendo que o petista havia pedido que ela realizasse um aborto. Mais tarde, foi revelado que Miriam recebeu dinheiro para dar a declaração.
Nas eleições seguintes, os petistas conseguiram reduzir a resistência dos religiosos. Essa relação, porém, recrudesceu a partir de 2007, com a aprovação de uma resolução favorável à legalização do aborto no 3.º Congresso Nacional do PT – algo que foi reafirmado no 4.º Congresso, realizado em fevereiro deste ano.
Entre outras consequências, a diretriz a favor do aborto de 2007 levou à suspensão dos direitos partidários dos deputados federais petistas Henrique Afonso (AC) e Luiz Bassuma (BA), em 2009. Militantes contra o aborto, eles preferiram migrar para o PV do que cumprir a punição, que na prática os transformava em “parlamentares-zumbis”, como diz Bassuma, sem influência alguma dentro do partido e, portanto, no Congresso. “Eu era filiado ao PT desde 1995, já tinha a minha convicção desde bem antes dessa resolução. Não tinha cabimento”, explica.
As penas impostas pelo PT contra os dois estão entre os argumentos utilizados pelo pastor Paschoal Piragine, da 1.ª Igreja Batista de Curitiba, para pedir aos fiéis que não votem em candidatos petistas nestas eleições. O vídeo com o pronunciamento de Piragine teve quase 3 milhões de visualizações no site YouTube desde 31 de agosto. Líderes católicos, como o bispo de Guarulhos (SP), Luiz Gonzaga Bergonzini, seguiram a mesma linha, desaconselhando o voto em candidatos favoráveis ao aborto.
Estado laico
Para o historiador Marco Antonio Villa, a discussão precisa retroagir ao conceito de Estado laico. Desde a primeira Constituição republicana, de 1891, o Estado brasileiro sempre foi separado da religião. Isso, no entanto, não significa que representantes de diversas crenças não tenham direito a voz no processo político. Eles continuam a ter forte influência política.
De acordo com estudo do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), os primeiros evangélicos eleitos para a Câmara dos Deputados, em 1986, tinham como missão evitar que a Constituinte aprovasse o catolicismo como religião oficial e única do país – tema que nunca chegou a ser debatido. Nas eleições de 2002, a bancada evangélica chegou a contar com 74 parlamentares. Quatro anos depois, caiu para 46. Agora, sai desta eleição fortalecida: são 63 deputados e 3 senadores evangélicos.
A bancada contra o aborto é ainda maior. Atualmente, há cerca de 200 congressistas cristãos que militam em três frentes parlamentares contrárias à legalização da prática. É um grupo expressivo, pois o Congresso tem, no total, 513 deputados e 81 senadores.
Doutor em Filosofia da Religião pela Universidade de Londres e professor da Universidade de Brasília, Agnaldo Cuoco Portugal diz que a atuação desses grupos é legítima. “No processo democrático, há inúmeros grupos organizados que exercem influência. Os religiosos também têm esse direito.”
Para a presidente do Movimento Brasil Sem Aborto, Lenise Garcia, é errado, porém, tratar a questão apenas do ponto de vista religioso. “Conheço gente que não tem religião nenhuma e é contra o aborto. Aliás, eu até acho estranho que essa discussão não tenha entrado em pauta antes – é algo sobre os políticos que a sociedade precisa e quer saber.”
Pela 1.ª vez em uma eleição presidencial, religiões mostram influência capaz de pautar a principal discussão do início do segundo turno
Corria a primeira semana de julho de 2008 quando o então candidato a presidente dos EUA Barack Obama declarou que o “sofrimento mental” da mulher não pode ser usado como justificativa para a interrupção da gravidez em estágio avançado. Era a fase decisiva da campanha contra o republicano John McCain e ele tentava abrir as portas do eleitorado cristão e conservador. Meses antes, nas prévias do Partido Democrata, contra Hillary Clinton, havia dito o contrário para atrair organizações pró-aborto que estavam do lado da senadora.
A ambiguidade não atrapalhou a sequência da “Obamamania”. Mas é uma mostra sobre a relevância do tema na disputa presidencial dos Estados Unidos, onde o aborto é legalizado até os três meses de gestação desde 1973 e ainda fomenta discussões acaloradas.
O mesmo fenômeno parece ter chegado de vez ao Brasil, mostrando que o segmento religioso está organizado e forte politicamente, a ponto de pautar a principal discussão deste início de segundo turno.
O resultado das eleições do último domingo provocou uma corrida rumo aos eleitores religiosos. O motivo é a suposta sangria de votos que impediu a eleição de Dilma Rousseff (PT) já no primeiro turno. A queda estaria ligada à intensa campanha negativa promovida na internet por lideranças católicas e evangélicas contra os petistas.
Aborto em números
Confira alguns dados sobre a interrupção da gravidez no Brasil e no mundo:
21 países aprovaram leis mais liberais que o Brasil sobre o aborto, segundo estudo da Organização das Nações Unidas (ONU), no período entre 1996 e 2009. Dos 192 países que integram a ONU, 47 afrouxaram as regras para a interrupção da gravidez no período, enquanto 11 as endureceram. O restante, incluindo o Brasil, não mexeu na lei sobre o assunto (no país, o aborto só é permitido em dois casos: risco de morte da mãe e estupro).
32 projetos de lei que tratam sobre o aborto estão atualmente em tramitação na Câmara dos Deputados. A maioria pretende endurecer a legislação já existente.
1 milhão de abortos espontâneos e inseguros ocorrem por ano no Brasil, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). A entidade aponta uma taxa de 3,7 casos para cada 100 mulheres brasileiras de 15 a 49 anos.
R$ 33,7 milhões foram gastos em 2006 devido a 230,5 mil internações motivadas por abortos espontâneos e provocados, segundo o Ministério da Saúde. Os 2.068 abortos legais realizados no mesmo período custaram R$ 302,8 mil.
2,5% é a porcentagem de abortos realizados em caso de comportamentos sexuais ocasionais, segundo pesquisa publicada em 2008 pela Universidade de Brasília e pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro.
Fé e Estado
Punido por ser contra o aborto, ex-petista apoia José Serra
Três fatos marcam a carreira política do deputado federal Luiz Bassuma, paranaense eleito pela Bahia nas duas últimas legislaturas. O primeiro é a militância contra a legalização do aborto. Isso o levou a um polêmico julgamento interno no PT, em 2009. O mais inusitado, porém, foi ter supostamente incorporado um espírito enquanto presidia uma sessão solene na Câmara, em 2004.
Leia a matéria completa
Saiba mais
PT nega que punição seja norma; 22 petistas fizeram parte da Frente em Defesa da Vida na atual legislatura“Não me parece antidemocrático existir lobby religioso”Os ataques à ex-ministra devem-se principalmente ao posicionamento dela sobre o aborto. Em entrevistas à Folha de S. Paulo (em 2007) e à revista Marie Claire (2009), ela se declarou favorável à descriminalização da interrupção da gravidez. Mas, na reta final da campanha do primeiro turno, assim como Obama, mudou de lado.
Já o candidato José Serra (PSDB), que tem assumido posição contrário ao aborto nesta campanha eleitoral, inclusive como arma para atacar Dilma, também foi alvo de críticas duras de religiosos no passado devido ao tema. Quando Serra foi ministro da Saúde, no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ele regulamentou a regra que facilitou a realização de abortos em hospitais públicos nos casos já previstos em lei (estupro e risco de morte da gestante). Na atual campanha, esse fato vem sendo disseminado por meio de e-mails como exemplo de que Serra seria “parecido” com Dilma quando o assunto é interrupção da gravidez.
Fato incomum
O historiador Marco Antonio Villa, da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), explica que é muito incomum que fatores ético-religiosos ocupem importância central nas campanhas para presidente do Brasil. “Na proporção que estamos vendo agora, isso só aconteceu em 1989, contra o Lula. Ficou de fora até do período mais populista das nossas eleições, entre 1945 e 1964”, lembra.
Mas, na primeira eleição presidencial após a ditadura, em 89, não houve debate da legalização do aborto, mas sim a exploração do tema para fazer ataques pessoais a Lula. Na época, Fernando Collor usou um depoimento de Miriam Cordeiro, com quem Lula teve uma filha sem se casar, dizendo que o petista havia pedido que ela realizasse um aborto. Mais tarde, foi revelado que Miriam recebeu dinheiro para dar a declaração.
Nas eleições seguintes, os petistas conseguiram reduzir a resistência dos religiosos. Essa relação, porém, recrudesceu a partir de 2007, com a aprovação de uma resolução favorável à legalização do aborto no 3.º Congresso Nacional do PT – algo que foi reafirmado no 4.º Congresso, realizado em fevereiro deste ano.
Entre outras consequências, a diretriz a favor do aborto de 2007 levou à suspensão dos direitos partidários dos deputados federais petistas Henrique Afonso (AC) e Luiz Bassuma (BA), em 2009. Militantes contra o aborto, eles preferiram migrar para o PV do que cumprir a punição, que na prática os transformava em “parlamentares-zumbis”, como diz Bassuma, sem influência alguma dentro do partido e, portanto, no Congresso. “Eu era filiado ao PT desde 1995, já tinha a minha convicção desde bem antes dessa resolução. Não tinha cabimento”, explica.
As penas impostas pelo PT contra os dois estão entre os argumentos utilizados pelo pastor Paschoal Piragine, da 1.ª Igreja Batista de Curitiba, para pedir aos fiéis que não votem em candidatos petistas nestas eleições. O vídeo com o pronunciamento de Piragine teve quase 3 milhões de visualizações no site YouTube desde 31 de agosto. Líderes católicos, como o bispo de Guarulhos (SP), Luiz Gonzaga Bergonzini, seguiram a mesma linha, desaconselhando o voto em candidatos favoráveis ao aborto.
Estado laico
Para o historiador Marco Antonio Villa, a discussão precisa retroagir ao conceito de Estado laico. Desde a primeira Constituição republicana, de 1891, o Estado brasileiro sempre foi separado da religião. Isso, no entanto, não significa que representantes de diversas crenças não tenham direito a voz no processo político. Eles continuam a ter forte influência política.
De acordo com estudo do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), os primeiros evangélicos eleitos para a Câmara dos Deputados, em 1986, tinham como missão evitar que a Constituinte aprovasse o catolicismo como religião oficial e única do país – tema que nunca chegou a ser debatido. Nas eleições de 2002, a bancada evangélica chegou a contar com 74 parlamentares. Quatro anos depois, caiu para 46. Agora, sai desta eleição fortalecida: são 63 deputados e 3 senadores evangélicos.
A bancada contra o aborto é ainda maior. Atualmente, há cerca de 200 congressistas cristãos que militam em três frentes parlamentares contrárias à legalização da prática. É um grupo expressivo, pois o Congresso tem, no total, 513 deputados e 81 senadores.
Doutor em Filosofia da Religião pela Universidade de Londres e professor da Universidade de Brasília, Agnaldo Cuoco Portugal diz que a atuação desses grupos é legítima. “No processo democrático, há inúmeros grupos organizados que exercem influência. Os religiosos também têm esse direito.”
Para a presidente do Movimento Brasil Sem Aborto, Lenise Garcia, é errado, porém, tratar a questão apenas do ponto de vista religioso. “Conheço gente que não tem religião nenhuma e é contra o aborto. Aliás, eu até acho estranho que essa discussão não tenha entrado em pauta antes – é algo sobre os políticos que a sociedade precisa e quer saber.”
sábado, 25 de setembro de 2010
Jornal do Fenasp
Gente, o jornal do Fenasp está pronto e pode ser retirado na rádio Sara Brasil a partir de agora (sábado, 25 de agosto, 13 horas). Os jornais estão separados em fardos de 500.
Vale a pena fazer este esforço pois o conteúdo do jornal está muito bom e com certeza pode ajudar você e a sua comunidade a decidir o seu voto nesta reta final da eleição.
Fone Rádio Sara Brasil - 3270-5000
Oswaldo Eustáquio
Jornalista
8401-4095
Vale a pena fazer este esforço pois o conteúdo do jornal está muito bom e com certeza pode ajudar você e a sua comunidade a decidir o seu voto nesta reta final da eleição.
Fone Rádio Sara Brasil - 3270-5000
Oswaldo Eustáquio
Jornalista
8401-4095
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Pastor de Curitiba bomba no You Tube com um vídeo em defesa da vida
Pastor Piragini pode ser processado por se posicionar a favor da vida
Oswaldo Eustáquio
“Iniquidade é quando a gente está tão acostumado ao pecado, que não temos mais vergonha de cometê-lo e passa a ser algo natural na nossa vida.” Foi com está frase que Paschoal Piragini, pastor presidente da Primeira Igreja Batista de Curitiba(Pib), começou o sermão que foi feito para a igreja dele, mas ganhou força nas redes sociais e já foi visto por quase 1 milhão de pessoas.
Em 30 anos de ministério, Piragini nunca fez propaganda política em sua igreja, que fica em uma das regiões mais nobres de Curitiba e que em época de campanha é uma das preferidas dos candidatos que vão à igreja especificamente em época de eleição.
No meio do sermão o pastor usou um vídeo, que também é utilizado pelo Fenasp, para mostrar ao público as leis contra a vida que estão tramitando no Congresso Nacional. Este vídeo é impactante e fala sobre questões como aborto, infanticídio e casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Depois de exibir o vídeo, Piragini falou para os fiéis da igreja que a Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu nota oficial para que as pessoas não votem em candidatos do Partido dos Trabalhadores (PT), pois esse partido fechou questão sobre as questões exibidas no vídeo. “Eu diria a mesma coisa”, disse Piragini, de forma indignada. “Eu vou dizer em quem não votar. Pessoas que estejam trabalhando a favor da iniqüidade.”
Este depoimento final, gerou polêmica em todo o Brasil. Em entrevista a rádio CBN, Enio Verri, presidente estadual do Partido dos Trabalhadores(PT), disse que o pastor Paschoal Piragini não vai para o céu e que os deputados que eram contra o aborto saíram do partido por outras questões, mas na entrevista não disse as quais. Por isso, Verri chamou o pastor de mentiroso.
O site oficial do deputado Henrique Afonso, mostra que o deputado deixou o partido depois que a Executiva o puniu por ele não votar a favor de um projeto de Lei que regulariza a prática do aborto no Brasil.
Verri, ainda disse a CBN que o Partido dos Trabalhadores vai tomar medidas judiciais contra o pastor. Até esse momento do texto procurei ser imparcial. Agora, peço licença aos doutores do jornalismo para emitir minha opinião.
No vídeo exibido pelo pastor Piragini, a travesti Luma Andrade disse que a bíblia é um livro antigo e não é um livro sagrado. Na última passeata do movimento LGBT, seus líderes gritaram para mais de 3 milhões de pessoas em alto e bom som “Não votem em religiosos fundamentalistas.” Aí eu pergunto para você que está lendo este texto. O pastor não pode falar para 3 mil pessoas “Não votem em pessoas que querem legalizar a iniqüidade”, mas os representantes do movimento LGBT podem gritar para 3 milhões de pessoas “Não votem em religiosos fundamentalistas”. Dois pesos e duas medidas.
No ano passado a jornalista Sandra Terena, uma das poucas jornalistas indígenas do Brasil foi ao gabinete do deputado federal Dr. Rosinha(PT-PR) para fazer um pedido de audiência pública na Comissão de Direitos Humanos da Câmara sobre a questão do infanticídio em áreas indígenas. O deputado do PT engavetou o pedido da jornalista e disse que não iria fazer o requerimento. Elegemos os deputados para serem representantes do povo. Era obrigação do Dr. Rosinha ao menos fazer o pedido e cabia a comissão de Direitos Humanos decidir sobre a audiência.
No resumo da história, leiam o Plano Nacional de Direitos Humanos 3(PNDH 3) e tirem suas próprias conclusões. Não quero demonizar ninguém, mas sem dúvida este plano é totalmente contra as bandeiras da igreja evangélica.
Vídeo do sermão do pastor Paschoal Piragini
http://www.youtube.com/watch?v=ILwU5GhY9MI
Resposta Enio Verri, presidente estadual do PT sobre as declarações do pastor Paschoal
http://www.youtube.com/watch?v=ygdt-Y8X3vg
Oswaldo Eustáquio
“Iniquidade é quando a gente está tão acostumado ao pecado, que não temos mais vergonha de cometê-lo e passa a ser algo natural na nossa vida.” Foi com está frase que Paschoal Piragini, pastor presidente da Primeira Igreja Batista de Curitiba(Pib), começou o sermão que foi feito para a igreja dele, mas ganhou força nas redes sociais e já foi visto por quase 1 milhão de pessoas.
Em 30 anos de ministério, Piragini nunca fez propaganda política em sua igreja, que fica em uma das regiões mais nobres de Curitiba e que em época de campanha é uma das preferidas dos candidatos que vão à igreja especificamente em época de eleição.
No meio do sermão o pastor usou um vídeo, que também é utilizado pelo Fenasp, para mostrar ao público as leis contra a vida que estão tramitando no Congresso Nacional. Este vídeo é impactante e fala sobre questões como aborto, infanticídio e casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Depois de exibir o vídeo, Piragini falou para os fiéis da igreja que a Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu nota oficial para que as pessoas não votem em candidatos do Partido dos Trabalhadores (PT), pois esse partido fechou questão sobre as questões exibidas no vídeo. “Eu diria a mesma coisa”, disse Piragini, de forma indignada. “Eu vou dizer em quem não votar. Pessoas que estejam trabalhando a favor da iniqüidade.”
Este depoimento final, gerou polêmica em todo o Brasil. Em entrevista a rádio CBN, Enio Verri, presidente estadual do Partido dos Trabalhadores(PT), disse que o pastor Paschoal Piragini não vai para o céu e que os deputados que eram contra o aborto saíram do partido por outras questões, mas na entrevista não disse as quais. Por isso, Verri chamou o pastor de mentiroso.
O site oficial do deputado Henrique Afonso, mostra que o deputado deixou o partido depois que a Executiva o puniu por ele não votar a favor de um projeto de Lei que regulariza a prática do aborto no Brasil.
Verri, ainda disse a CBN que o Partido dos Trabalhadores vai tomar medidas judiciais contra o pastor. Até esse momento do texto procurei ser imparcial. Agora, peço licença aos doutores do jornalismo para emitir minha opinião.
No vídeo exibido pelo pastor Piragini, a travesti Luma Andrade disse que a bíblia é um livro antigo e não é um livro sagrado. Na última passeata do movimento LGBT, seus líderes gritaram para mais de 3 milhões de pessoas em alto e bom som “Não votem em religiosos fundamentalistas.” Aí eu pergunto para você que está lendo este texto. O pastor não pode falar para 3 mil pessoas “Não votem em pessoas que querem legalizar a iniqüidade”, mas os representantes do movimento LGBT podem gritar para 3 milhões de pessoas “Não votem em religiosos fundamentalistas”. Dois pesos e duas medidas.
No ano passado a jornalista Sandra Terena, uma das poucas jornalistas indígenas do Brasil foi ao gabinete do deputado federal Dr. Rosinha(PT-PR) para fazer um pedido de audiência pública na Comissão de Direitos Humanos da Câmara sobre a questão do infanticídio em áreas indígenas. O deputado do PT engavetou o pedido da jornalista e disse que não iria fazer o requerimento. Elegemos os deputados para serem representantes do povo. Era obrigação do Dr. Rosinha ao menos fazer o pedido e cabia a comissão de Direitos Humanos decidir sobre a audiência.
No resumo da história, leiam o Plano Nacional de Direitos Humanos 3(PNDH 3) e tirem suas próprias conclusões. Não quero demonizar ninguém, mas sem dúvida este plano é totalmente contra as bandeiras da igreja evangélica.
Vídeo do sermão do pastor Paschoal Piragini
http://www.youtube.com/watch?v=ILwU5GhY9MI
Resposta Enio Verri, presidente estadual do PT sobre as declarações do pastor Paschoal
http://www.youtube.com/watch?v=ygdt-Y8X3vg
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Momento Histórico na política do Paraná

Este momento é histórico. Os candidatos evangélicos assumiram um compromisso com o Fenasp Paraná de fazer uma campanha com um compromisso moral e ético, e principalmente, não se degladiar durante o período eleitoral.
Da direita para esquerda:
Apóstolo Alexandre, Delegado Francischini, Noemia Rocha, Emília Belinati, Manassés Oliveira, André Zacarow e Iris Simões

Membros do Fenasp, Núcleo de Pastores e Comep

Os cabelos brancos são como fios de ouro e revelam anos de experiência ministerial deste homem de Deus, pastor Miguel Piper.

O bispo Cirino Ferro, representante do Fenasp na região sul do Brasil trouxe uma palavra de Deus para os políticos e convidados presentes no lançamento do Fenasp Paraná.
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